Uma das principais atrações da XIV edição da Feira Pan-Amazônica do Livro neste domingo (05) é a banda brasiliense ‘Móveis Coloniais de Acaju’.
Um pouco sobre a banda
Em 1998 a banda Móveis Coloniais de Acaju surgiu com ideais que se confundem com outras bandas. Um grupo de jovens amigos que buscavam uma sonoridade singular, diversão e, quem sabe, o sucesso.
Mal sabiam, naquele momento, estavam a iniciar um dos mais ambiciosos e interessantes projetos musicais que o Brasil abrigaria.
Logo no início, adotaram o grandioso nome Móveis Coloniais de Acaju. Era sonoro, diferente e ainda permitiu que se homenageasse a obscura “Revolta do Acaju” – episódio histórico acontecido na Ilha do Bananal (?).
Também no início, a idéia era ter diferentes instrumentos – gaita, trompete, escaleta, flauta, além de guitarra, bateria e baixo. Ao nome extenso e à formação esquisita, a incansável vontade de tocar e se apresentar ao vivo completavam a essência do Móveis.
Nos primeiros anos, foram muitos e muitos shows por Brasília. Bailes de formatura, festas de centros acadêmicos, shows de reggae, rock, metal… tudo! Além de Brasília, a banda se aventurou por Goiânia e São Paulo. Mas, em 2003, quando foram a única atração local selecionada para figurar o palco principal do Brasília Music Festival (abrindo para Live, Ultraje a Rigor e Charlie Brown Jr), viram que a coisa tinha que se profissionalizar.
O primeiro disco foi gravado em outubro de 2004 no Rio de Janeiro, no estúdio Tambor. Foi a primeira grande experiência em estúdio. Reunia 12 das melhores composições da banda à época, que sintetizavam a “feijoada búlgara” – termo gastronômico usado pelo Móveis para explicar a mistura do rock, ska a ritmos brasileiros e do leste europeu.
A incansável vontade de tocar e ampliar seus horizontes levou a banda para uma turnê de seis shows pela Europa – Bélgica, Suíça, Rep. Tcheca e Alemanha, em agosto de 2008. Sem exceção, o Móveis foi ovacionado em todas as apresentações. Os novos ares ajudaram a banda a fechar o repertório do segundo disco.
Lembrando que há uma novidade para quem quiser assistir aos shows em uma área reservada no deck: o ingresso que dá acesso a esse espaço mais próximo do palco tem que ser trocado antecipadamente por um livro infantil novo, que ao final da feira será destinado a uma biblioteca escolar pública. A troca será feita diariamente a partir do horário de abertura da feira, às 10h, exclusivamente para o show da noite em um posto de troca na entrada do pavilhão de feiras, limitado a duas trocas de ingresso por RG
Acompanhe a programação da Feira para o domingo (05).
20h - ADELBERT
21h - SANDRA DE SÁ
22h - MÓVEIS COLONIAIS DE ACAJU
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